- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - PLATAFORMA SOJA - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Claes - Cebrac Nº 10, Enero de 2006. > MINISTERIO DEL AMBIENTE EN BRASIL ELOGIA A PARANA > LA ROYA AMENAZA LA REGIÓN > SEMILLAS, PIRATERÍA Y ROYALTIES EN BRASIL > DIVISIÓN EN EL DEBATE SOBRE OGM > DISCREPANCIAS SOBRE EL COMERCIO DE SOJA > PARAGUAY: TEMEN OTRO MAL AÑO > COMPLEJO OLEAGINOSO ARGENTINO A LA BAJA > APARECE HONGO ASIATICO EN LA SOJA ARGENTINA > EVO Y CHÁVEZ: SOJA POR PETROLEO > MONSANTO RENUEVA PRESION SOBRE REGALIAS > NUEVO MAPA DE LA INTEGRACIÓN LATINOAMERICANA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . MINISTERIO DEL AMBIENTE EN BRASIL ELOGIA POSICIÓN DE PARANA SOBRE OGM A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, elogió a o governador paranaense Roberto Requião pela postura e coragem assumida contra o plantio e comercialização de produtos transgênicos. Segundo a ministra, que falou durante a II Conferência Nacional do Meio Ambiente, o governador do Paraná assume uma posição de muita coragem e lucidez em relação aos produtos geneticamente modificados. "Nesta questão, não me sinto derrotada, mas sim a sociedade brasileira, ao não garantir o espírito de precaução e prevenção que deveriam nortear a política ambiental",disse a ministra ao se referir à aprovação da Lei de Biossegurança sem uma análise mais apurada. Assim como na primeira edição do encontro, em 2003, a II Conferência aprovó um documento com diretrizes e propostas que serão encaminhadas ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Essas deliberações serão executadas e incorporadas às ações do Ministério do Meio Ambiente e de outras pastas do Governo Federal. "A Conferência é uma oportunidade para se aprofundar e ampliar a participação e o controle social sobre as ações de governo na área ambiental", destacou a ministra do Meio Ambiente Marina Silva. (Fuente: Asesoría de Prensa de Gobierno de Paraná, Brasil, 12 de diciembre). LA ROYA AMENAZA LA REGION Ricardo Paglione, gerente técnico del cultivo de soja de BASF, dijo que "en Brasil la roya de la soja está a pleno en el estado de Paraná. De todos los casos advertidos en ese país, el 40% se encuentra en Paraná, y esto es preocupante porque es una zona lindante con la Argentina". A diferencia del año anterior, en que no hubo casos en el sur brasileño, este año sí los hay y se encuentran en forma anticipada; por lo tanto, "hay mayor presión de enfermedad en esa región", agregó el especialista. También en Bolivia se nota su mayor incidencia. A la salida de la primavera comenzó a afectar la soja de invierno y pasó a la de verano en estado vegetativo del cultivo. En Paraguay, en septiembre-octubre ya hubo casos. Y en soja guacha se la ve todo el año. Se la observa en todos lados, pero la mayor incidencia se verifica en el norte del país. En Uruguay se observó roya en soja guacha en invierno-primavera. Esto significa que sobrevivió el invierno y es un factor de preocupación. En Brasil, el 97% de los casos se presenta en el estado reproductivo del cultivo y el 3% restante en el período vegetativo. Esta situación otorga más tiempo para lograr una mayor protección del cultivo. De cualquier manera, se asegura que en toda la región la prevención ya es considerada una necesidad. (Fuente: La Nación, Argentina, 13 de diciembre de 2005). SEMILLAS, PIRATERÍAS Y ROYALTIES EN BRASIL El agricultor de Paraná, que hizo la opción por el cultivo transgénico a partir de semillas ilegales, deberá estar preparado para entregar 2% de su producción a Monsanto al momento de comercializar el producto. "Esta exigencia de la multinacional está fundamentada en un contrato propuesto, algunos meses atrás, al sector productivo paranaense. De acuerdo con el contrato, el sector semillero y oleaginoso pasan a prestar servicio a la empresa", afirmó el ingeniero Marcelo Silva del Departamento de Fiscalización (Defis), de la Secretaría de Agricultura de Paraná. El agrónomo de Defis explicó que, al momento de comercializar, aquel agricultor que maneja el grano transgénico tendrá que ser verificado a través de pruebas rápidas, a realizar por la propia empresa. En caso de ser confirmada la presencia de transgénicos, la Monsanto, en base a la Ley de Propriedad Intelectual, tiene el derecho de exigir el 2% de la producción. "La situación es tan complicada que aquel agricultor que optó por el cultivo de semillas convencionales certificadas, y que tiene su producción de alguna manera contaminada con granos transgénicos, también corre el riesgo de tener que entregar 2% de su producción a la multinacional, una vez que queda confirmada la presencia de transgénico", concluyó Silva. (Fuente: Paraná Online, Brasil, 16 de enero de 2006.) Lea la traducción completa de este artículo en: www.plataforma.org.br EN BRASIL GOBIERNO DIVIDIDO Y ONGs DEBATEN SOBRE OGM A dois meses da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), que será relizada em março de 2006, em Curitiba (PR), o governo brasileiro ainda não tem posição definida sobre o assunto que promete mais polêmica no encontro: a adoção ou não de regras claras de identificação dos Organismos Vivos Modificados (OVMs), ou seja, de alimentos e demais produtos transgênicos. Em novembro, o governo federal criou uma comissão preparatória para os eventos. Coordenada pela Casa Civil, a comisssão deve provocar a negociação entre as partes de modo a traçar posições a serem defendidas pela delegação brasileira em março. A comissão tem uma participação pífia da sociedade civil, dispara Nurit Bensuan, do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, emitindo uma preocupação unânime entre as entidades. O assessor de temas ambientais do Ministério das Relações Exteriores, Bernardo Paranhos Velloso, explica que a maioria dos países, por diferentes razões, defende regras estritas para identificação. O Brasil e a Nova Zelândia, e em menor grau o Peru, defenderam, na última reunião regras um pouco mais flexíveis, que não representassem compromissos que o país dificilmente poderia cumprir como exportador neste momento, mas que ainda assim propiciassem um conjunto de informações que permitissem a adoção de medidas de biossegurança pelo país importador, caso julgado necessário, afirma. A Convenção sobre Diversidade Biológica não é um documento para o mercado, como fala o governo, mas um tratado voltado à preservação do meio ambiente, diz a socióloga Marijane Lisboa, representante do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) na reunião de Montreal. A assessora jurídica da ONG Terra de Direitos, Maria Rita Reis, lembra, ainda, que a postura do Brasil é contraditória com a posição de país megadiverso, que tem responsabilidade de conservar a biodiversidade para as futuras gerações. Nessa linha, os ambientalistas afirmam que a entrada de produtos sem a devida identificação pode acarretar na contaminação das culturas nativas existentes. Foi o que aconteceu no México. O país tinha vários espécies de milho, e perdeu tudo isso com a entrada do milho transgênico, diz. Para os ambientalistas, a riqueza biológica dos cultivos tradicionais é uma herança mundial ameaçada pela contaminação genética. E responsabilizam multinacionais da biotecnologia como a Monsanto - o maior produtor de sementes do mundo - de pressionarem governos de muitos países para que descartem mecanismos de controle sobre os transgênicos. De acordo com o coordenador de Biosegurança do Ministério da Agicultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcus Vinicius Segurado Coelho, a identificação clara geraria muitos custos em testes; métodos diferentes de testes feitos pelos países com consequentes interpretações diferentes, entre outros problemas. Ou seja, um setor do governo alega que essa identificação resultaria em um custo muito grande para o Brasil, único grande exportador de soja do mundo que ratificou o protocolo. Isso faria o país perder competitividade frente a outros exportadores, como a Argentina e mesmo Estados Unidos - que apesar de não ser um grande produtor tem a melhor infra-estrutura e logística para exportação. Outra parte do governo federal, incluindo a ministra Marina da Silva, do Meio Ambiente, tem posição semelhante à defendida pelos ambientalistas. Esse setor argumenta que a posição internacional do Brasil vai contra a legislação brasileira, que prevê a implementação da rotulagem dos produtos que contenham OGM, obrigatória inclusive para produtos de origem animal. Além da resistência dos ambientalistas, o governo federal também terá que enfrentar a posição do governo do Paraná, que é terminantemente contra os organismos geneticamente modificados (transgênicos). (Fuente: Folha de Londrina, Brasil 18 de enero de 2006) VOLUMEN COMERCIALIZADO DE SOJA NO BRASIL GENERA DIVERGENCIA Embora sejam unânimes em dizer que as vendas de soja da atual safra (2005/06) seguem em ritmo lento no Brasil, analistas consultados divergem bastante sobre o volume já comercializado. A informação é considerada estratégica pelo fato de o Brasil ser o segundo maior produtor mundial da oleaginosa, com safra recorde prevista pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) entre 57,3 milhões e 58,5 milhões de toneladas. Duas consultorias que fazem levantamento sistemático do percentual comercializado, a Céleres e a Agência Rural, concordam que os produtores do país já venderam um maior volume nesta safra, na comparação com 2005 e com a média histórica. No entanto, discordam sobre o percentual. A Céleres aponta que, até 13 de janeiro, 42 por cento da safra brasileira, que acaba de ser iniciada, já havia sido comercializada, ou "comprometida" -- o que inclui as modalidades de negócio de troca de insumos por produção, adiantamento financeiro das tradings, conhecido como "soja verde," e vendas no físico. No ano passado, a Céleres estimava nesta época vendas bem inferiores (28 por cento), o que destoa da análise dos demais analistas. Já a Agência Rural avalia que, no mesmo período avaliado pela Céleres, apenas 15 por cento da safra havia sido vendida, ante 9 por cento do ano passado e 12 por cento na média dos últimos quatro anos -- a Céleres aponta uma média de 39 por cento. "A comercialização está extremamente lenta, concentrada só no disponível, nas primeiras colheitas", declarou o analista da Agência Rural Fernando Muraro, para quem o número de vendas aponta apenas a soja cujo preço tenha sido efetivamente fixado. O analista Anderson Galvão, da Céleres, por outro lado, admite que os números da sua consultoria poderiam estar mais baixos, caso levassem em consideração apenas aquela soja vendida com preço já estabelecido. Daniel Dias, analista do Instituto FNP, concorda que o produtor hoje não tem estímulo para vender. "Não decola (a comercialização) porque o preço da soja está muito perto do custo de produção. Ele está de olho na possível alta do dólar e num repique climático". Para Dias, entretanto, as vendas estão ainda mais lentas neste ano, na comparação com o início de 2005. O economista Douglas Nakazone, da Agroconsult, considera "complicado" fazer projeções sobre volume comercializado, pois "isso é informação estratégica". Mesmo assim, ele avalia que "as vendas estão no mesmo nível do ano passado". (Fuente: Reuters, 20 de enero de 2006) SOJEROS PARAGUAYOS EN ALERTA POR BAJO RENDIMIENTO DE CULTIVOS La soja es el principal producto de exportación en Paraguay, un país altamente dependiente de su producción agropecuaria y donde el clima parece marcar cada vez más el ritmo de la economía. Debido al déficit de precipitaciones, las primeras parcelas cosechadas en Santa Rita, una fértil región sojera situada a 340 kilómetros al este de Asunción, rindieron alrededor de 1.000 kilos por hectárea, muy por debajo de la media de 2.700 kilos por hectárea. "Algunas parcelas ni vale la pena levantar. Varios vecinos están rastrillando directamente sobre la soja. Nunca pensé ver algo así," dijo Víctor Escobar, un mediano productor que cultiva poco más de 500 hectáreas en Santa Rita, una de las zonas más golpeadas por la falta de lluvias. La cosecha del ciclo 2005/2006 se inició con más de un mes de anticipación en la región central de la zona productiva, que abarca las localidades de Santa Rita, Santa Rosa y Naranjal. Allí las últimas precipitaciones se registraron a finales de noviembre. La Cámara Paraguaya de Exportadores de Cereales y Oleaginosas (CAPECO) estimó una producción de entre 4,5 y 5 millones de toneladas, dejando atrás la proyección previa de 5,5 millones de toneladas. El Ministerio de Agricultura y Ganadería (MAG) dijo que no dará cifras oficiales referentes a los niveles de pérdidas hasta inicios de febrero, cuando una delegación técnica recorrerá la región productora para medir el rendimiento de los cultivos. Gremios de productores estiman que el 20 por ciento de las 2,1 millones de hectáreas sembradas fueron afectadas por la sequía y que otro 50 por ciento corre el riesgo de perderse si no recibe lluvias en los próximos días. La soja representa el 20 por ciento del Producto Interno Bruto agrícola del Paraguay y genera ingresos equivalentes a unos 900 millones de dólares al año. (Fuente: Reuters, 16 de enero de 2006). COMPLEJO OLEAGINOSO ARGENTINO A LA BAJA El gobierno argentino dice que, entre trigo y maíz (muy golpeado por la sequía), caerá en más de 10 millones de toneladas. La soja viene mejor. Pero se estará muy lejos del récord de 84 millones de toneladas del año pasado. A través de los datos sobre el avance de la campaña agrícola el gobierno confirmó que la cosecha caerá muy fuerte este año. Sólo entre el maíz y el trigo calcula una baja superior a 10 millones de toneladas sobre los 84 millones de toneladas que se cosecharon en la campaña anterior. El trigo, que prácticamente ya se levantó todo, arrojará una caída de 4 millones de toneladas (16 millones en 2004/2005 y 12 millones en 2005/2006). El maíz, producto de la fuerte sequía que lo golpeó en las últimas semanas, será el que más sufrirá, con una caída de entre 6 y 7 millones de toneladas (se cosecharán entre 13 y 14 millones de toneladas contra 20 millones del año pasado). La soja, para la cual las lluvias de los últimos días llegaron más a tiempo, mostraría cifras similares a las del 2004/2005, aunque con una suba del área sembrada. El tema en materia sojera es que la sequía también golpeó al cultivo, disminuyendo su potencial de rinde en varias zonas, pero eso sería compensando con el crecimiento en el área sembrada. (Fuente: Clarín, Argentina, 23 de enero de 2006). ARGENTINA: LLUVIAS FAVORECEN APARICION DE HONGO ASIATICO Las lluvias registradas en las últimas semanas en la región productora de soja de Argentina facilitarían la aparición del hongo asiático en los cultivos de la oleaginosa del ciclo 2005/06, según la Bolsa de Cereales de Buenos Aires. El Departamento de Agricultura de Estados Unidos (USDA) estima que Argentina producirá un récord de 40,5 millones de toneladas de soja en 2005/06. En las campañas pasadas, el impacto del hongo asiático, también conocido como roya de la soja, fue mínimo en Argentina, tercer productor mundial de soja. Pero en Brasil, segundo productor global de la oleaginosa después de Estados Unidos, causó pérdidas estimadas de 4,5 millones de toneladas en los ciclo 2003/04 y 2004/05, cuando la cosecha fue de alrededor de 50 millones de toneladas. (Fuente: Reuters, 23 de enero de 2006). EVO Y CHÁVEZ: SOJA POR PETROLEO Los presidentes de Bolivia, Evo Morales, y de Venezuela, Hugo Chávez, pusieron en marcha su alianza política y energética con la firma de ocho acuerdos, uno de los cuales aliviará el crónico déficit boliviano de gasóleo. Ambos mandatarios firmaron los convenios en el Palacio de Gobierno de La Paz después de que Morales tomara juramento a los 16 miembros de su Consejo de Ministros y como preámbulo a la inauguración de la primera oficina de la estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) en Bolivia. Además de los acuerdos de cooperación en las áreas de educación, agropecuaria, desarrollo social, ciencia y tecnología, deporte, seguridad y salud, ambos presidentes ratificaron su alianza política 'para defender la autodeterminación' de sus pueblos 'de cualquier agresión'. De los convenios rubricados con Venezuela, uno de los más importantes es el energético porque permitirá el envío a Bolivia cada mes de hasta 200.000 barriles de gasóleo, que anualmente tendrá un coste estimado entre 120 y 150 millones de dólares. El ministro venezolano de Energía y Petróleo, Rafael Ramírez, explicó que su país no aceptará un pago en dólares por ese combustible sino alimentos, entre ellos soja, el principal cultivo de los productores bolivianos del oriente, que tienen, a su vez, la mayor demanda de gasóleo. Bolivia gasta cada año alrededor de cien millones de dólares para subvencionar y garantizar la provisión del combustible, una medida que en determinados momentos causó problemas a sus arcas fiscales. Adicionalmente, Venezuela se comprometió a comprar otras 200.000 toneladas de soja sobre la cantidad actual de sus importaciones y 20.000 toneladas de carne de pollo para ayudar a los productores bolivianos. (Fuente: Terra Actualidad - 23 de enero de 2006). MONSANTO RENUEVA LA PRESIÓN POR SUS REGALÍAS Y EMBARGAN SOJA ARGENTINA La firma estadounidense solicitó a la aduana española que detenga los cargamentos provenientes del país, para verificar que no utilizan la tecnología que desarrolla la empresa. "Es una forma de asegurar nuestros derechos", señaló en un comunicado. Es una nueva página se escribió en el litigio que mantiene la empresa Monsanto con el gobierno argentino por el cobro de sus regalías. Desde la empresa dijeron en un comunicado que "Monsanto no tiene otra opción que asegurar la protección de sus derechos y, por lo tanto, tomar acciones legales, embarque por embarque, para reclamar compensaciones", publica La Nación. Los embargos tuvieron lugar en el puerto español de Bilbao y en el de Santander. El conflicto data de dos años y el reclamo central de Monsanto es el cambio del sistema de regalías, para abarcar a los más del 30% de agricultores que, según sostiene la empresa, se cultivan soja trasngénica compran semillas con la teconología incorporada y no pagan las regalías. (Fuente: InfoBae, B. Aires, 26 enero 2006). NUEVO MAPA DE LA INTEGRACIÓN LATINOAMERICANA Claes publicó una nueva versión de su mapa de la integración en América Latina. La edición 2006 presenta los nuevos agrupamientos de los países, con Venezuela sumándose al MERCOSUR, y las crecientes tensiones dentro de la Comunidad Andina de Naciones. El énfasis de la información está en la proporción de los productos primarios exportados por cada país, donde en el mapa queda en claro que todo el continente sigue dependiendo de vender sus recursos naturales. El mapa se puede descargar gratuitamente en PDF en nuestra web: www.integracionsur.com - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - PLATAFORMA SOJA - es un boletín electrónico sobre el cultivo de soja en América del Sur, sus impactos sociales, económicos y ambientales, y las iniciativas ciudadanas que buscan estrategias ciudadanas para el control social del agronegocio. El boletín presenta informaciones y reportes cuyos contenidos no necesariamente son compartidos o auspiciados por los editores. El boletín es gratuito, se publica a intervalos aproximadamente quincenales, incluye informaciones en castellano y portugués, y se distribuye por correo-e. Para subscribirse debe enviar un mensaje en blanco a: plataformasoja-subscribe@gruposyahoo.com.ar Estamos interesados en recibir sus informaciones y opiniones; escribanos a: sojaclaes@gmail.com Publicado por CLAES (Centro Latino Americano de Ecología Social) en coordinación con CEBRAC (Centro Brasileiro de Referencia e Apoio Cultural). Editores: Martín Pardo y Eduardo Gudynas (CLAES), Mauricio Galinkin (Cebrac). CLAES - www.agropecuaria.org CEBRAC - www.cebrac.org.br - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -