- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - PLATAFORMA SOJA - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Claes - Cebrac Nº 7, Noviembre de 2005. > SOJA CONVENCIONAL PARANAENSE CON DESTINO EUROPEO > COMERCIALIZACION DE SOJA CONVENCIONAL > REGALIAS: APOYOS EN EUROPA A GOBIERNO ARGENTINO > EN ARGENTINA LANZAN ZAFRA 2006 > BRASIL BUSCA COMBATIR ROYA > SEMILLAS: CERTIFICACIÓN VS. PIRATERÍA > PARAGUAY Y LA APERTURA A LOS TRANSGÉNICOS > GOIÁS COLOCARA IMPORTANTE VOLUMEN DE SOJA CONVENCIONAL > BUNGE MUDARIA FABRICAS DE BRASIL A ARGENTINA > AVANCE LEGISLATIVO SOBRE OGM EN PARANA > BALANCES Y PERSPECTIVAS DE LA SOJA EN ARGENTINA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . SOJA NAO TRANSGENICA PARANAENSE CON DESTINO EUROPEO O governador Roberto Requião (Parana) recebeu uma comitiva de 38 pessoas vindas da França, Itália, Espanha e Grécia interessada em conhecer toda a cadeia produtiva da soja pura(não transgênica) estabelecida no Paraná. Os empresários, cooperativistas e sindicalistas europeus estão interessados em adquirir, num primeiro instante, 60 mil de toneladas de soja convencional. E só não compram mais porque falta sojadisponível no mercado. "Eles poderiam comprar até 1 milhão de toneladas. Porém, não será possível, porque nossos produtores vendem para as tradings por antecipação. Eles nem sabem que a soja não transgênica está sendo vendida por um preço muito mais alto no mercado internacional, porque entregam suas safras para as companhias internacionais e ficam sem saber porquanto o produto é revendido", disse o governador. "Os consumidores europeus não valorizam os produtos transgênicos, mas sim aqueles de boa qualidade e procedência. Não queremos produtos de procedência transgênica em nossas mesas e isso serve para o início até o fim da cadeia produtiva, porque entendemos que são prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente", destacou Pascale Loget, vice-presidente do Conselho Regional da Bretanha (França) e chefe da delegação em visita ao Paraná. Em sua opinião, o Paraná ao optar pelo plantio da soja pura ou convencional fez "uma excelente opção econômica. Uma opção de precaução e uma ótima opção de desenvolvimento, sem colocar em risco o meio ambiente". (Fuente: Paraná Online, 19 de octubre, Brasil). COMERCIALIZACION DE SOJA CONVENCIONAL Un breve análisis sobre las alternativas para la comercialización de soja convencional en Europa, a cargo de Martín Pardo, está disponible en nuestro sitio web sobre desarrollo rural sostenible: www.agropecuaria.org REGALIAS: EUROPEOS APOYAN A GOBIERNO ARGENTINO Los importadores europeos de soja y derivados se sumaron a la posición argentina fijada por el secretario de Agricultura Miguel Campos, quien, en Bruselas, sostuvo que las acciones judiciales de la firma Monsanto para cobrar regalías por compras de soja transgénica RR "no tienen sustento legal y técnico". Esa posición se analizó con integrantes de la Federación Europea de Procesadores de Alimentos para Animales, que representa a los intereses de 21 países europeos con 4.000 plantas de procesamiento que producen 140 millones de toneladas por año y consideran a la Argentina como un proveedor esencial de materia prima (soja y harina de soja). La Federación Europea expresó la "total coincidencia con la posición argentina", en cuanto a que los royalties deben ser pagados a nivel de semilla por los productores argentinos, así como que "debe encontrarse la solución bajo el sistema de protección legal en nuestro país", agregó el responsable de la SAGPyA. Se agregó que ninguna empresa asociada a la Federación firmará o reconocerá cualquier contrato que Monsanto proponga en Europa, e instaron a dicha firma a suspender todos los juicios. Además, Campos se reunió con COCERAL, la cámara empresarial europea que representa a todas las empresas importadoras de cereales y oleaginosas. Esa asociación fue muy explícita al expresar que ellos no cooperarán con Monsanto ni firmarán ningún tipo de acuerdo o contrato que proponga la empresa en Europa, considerando que la solución debe encontrarse en la Argentina bajo el régimen legal del país, de acuerdo con la evaluación que el funcionario transmitió a la prensa. (Fuente: Infobae, 12 de octubre, Argentina). EN ARGENTINA LANZAN ZAFRA 2006 La Bolsa de Cereales de Buenos Aires informó el inicio de la implantación de soja del ciclo 2005/06, que superaría en un 6,3% a la cosecha previa y alcanzaría el récord de 15,6 millones de hectáreas. "Los primeros lotes cubrieron sitios puntuales de Entre Ríos (cuarta provincia productora) y del sur de Córdoba (segunda productora)", dijo la entidad en su informe, que registra un área de siembra de 0,3% del total proyectado. La Bolsa indicó que el nivel de humedad de los suelos es adecuado en el este de Córdoba, Entre Ríos, centro-sur de Santa Fe (principal productora del país) y Buenos Aires. Aunque la falta de agua en el oeste de la región pampeana, la principal zona productora de Argentina, podría conducir a situaciones disímiles. Si persiste el clima seco en el corto plazo, el área de la soja podría crecer ante una caída de la superficie prevista para el maíz, que sería sustituido por la oleaginosa. El clima en el largo plazo sigue siendo un problema y la falta de agua "podría complicar el escenario también para la implantación de la soja", dijo la Bolsa. Según estimaciones preliminares del gobierno, la producción de soja del ciclo 2005/06 llegaría a 40 millones de toneladas, desde los 38,3 millones del ciclo pasado. En tanto, para el Departamento de Agricultura de Estados Unidos (Usda) sería de 39 millones. (Fuente: La Capital, 12 de octubre, Rosario, Argentina). BRASIL BUSCA COMBATIR ROYA Nos laboratórios da Embrapa, da Coodetec e de outras instituições que atuam na área, públicas e privadas, o maior desafio do momento é criar variedades resistentes à ferrugem asiática, que se instalou no Brasil em 2001 e ataca as folhas da planta, prejudicando seu desenvolvimento. "Já estamos perto de variedades tolerantes e, talvez, até resistentes à ferrugem", revela José Francisco de Toledo, da Embrapa Soja. Mas também estão sendo estudadas variedades rústicas para o cultivo da soja orgânica e para solos úmidos. E até proezas da ciência proporcionadas pela transgenia, como grãos com características diferenciadas, sob encomenda. Em poucos anos, será possível ter, por exemplo, variedades de soja com maior teor de proteína para a alimentação humana ou que resultem em óleo comestível mais saudável. Outra tendência é a aceleração no lançamento de variedades. Com os recursos da biotecnologia, os pesquisadores conseguem encurtar os ciclos de reprodução das plantas e testá-las por um número menor de gerações. (Fuente: Gazeta do Povo, 13 de octubre, Brasil) SEMILLAS: CERTIFICACIÓN VS. PIRATERÍA Três décadas de conquistas obtidas pela soja brasileira em qualidade, produtividade e resistência a pragas e doenças estão ameaçadas. Na safra que está sendo plantada, 44% do volume total de sementes não são certificadas – ou são piratas ou são parte da colheita passada guardada pelo agricultor, as chamadas sementes salvas. Até o ano passado, esse percentual não passava de 15%. Há quatro safras, era de até 10%. Esses números integram um levantamento da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), que reúne produtores e usuários, e são confirmados pelo Ministério da Agricultura. Descapitalizado pela baixo preço da soja em conseqüência da valorização do real, o alto preço dos insumos na safra passada e a seca, que atingiu principalmente a região Sul, o produtor está abrindo mão da tecnologia em nome da economia imediata. Também contribui para essa situação o plantio de sementes transgênicas, legalmente liberadas a partir deste ano, com a aprovação da Lei de Biossegurança, mas cultivadas clandestinamente no país há quase uma década. Os produtores ainda estão plantando a semente transgênica pirata, trazida da originalmente da Argentina. O coordenador de Sementes e Mudas do Ministério da Agricultura, José Neumar Francelino, admitiu que, nos últimos seis anos, enquanto tramitava no Congresso a nova Lei de Sementes e Mudas, o governo reduziu a fiscalização do setor. Isso beneficou o avanço das sementes não-legalizadas. A produção nacional de sementes de soja certificadas neste ano é de 880 mil toneladas, o menor volume em três safras. Embora metade das lavouras deverão ser cultivadas com o grão transgênico, ele representa apenas 30% das sementes legalizadas. A Coodetec responderá por 70% da oferta de sementes que incorporam o gene Roundup Ready, resistente ao herbicida glifosato, desenvolvido pela multinacional Monsanto. (Fuente: Gazeta do Povo, 13 de octubre, Brasil). PARAGUAY Y LA APERTURA A LOS TRANSGÉNICOS O Paraguai irá permitir temporariamente a importação de variedades transgênicas de semente de soja, Round Up Ready, não certificadas sejam importadas. A informação foi divulgada no Serviço Agrícola Internacional (FAS) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). De acordo com o FAS, a medida foi adotada depois de o país sofrer com a forte seca que causou quebra da safra. Em 2004, o Paraguai aprovou quatro variedades da semente transgênica. Neste ano, no mês de março, foi acertado com a Monsanto o pagamento de Royalties pelo uso da soja geneticamente modificada na safra 2004/05. Cerca de 70% das lavouras do país foram plantadas com sementes transgênicas, ou 1,5 milhão de hectares. O Paraguai importa as sementes modificadas da Argentina (quase 80%) e do Brasil. (Fuente: Agência Estado, 21 de octubre, Brasil). GOIÁS COLOCARA IMPORTANTE VOLUMEN DE SOJA CONVENCIONAL EN EUROPA A Europa pretende, a partir do ano que vem, importar 30 milhões de toneladas de soja não transgênica de Goiás com contrato mínimo de cinco anos. O protocolo de intenção de compra do grão sem modificações foi assinado neste mes entre o grupo GM Free Network (rede de grãos não modificados que representa 11 países) e o governo de Goiás, na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fieg), com a presença de entidades ligadas ao setor empresarial e da agricultura. O documento prevê, entre outras condições, uma parceria maior entre Goiás e a Europa e o estudo da prática das cadeias produtivas de soja não transgênica de Goiás para abastecer as 35 regiões de 11 países, entre eles Holanda, Espanha, França, Itália e Grécia, que compõem a comitiva. Segundo o organizador da missão no Brasil, Bertran Dupont, o registro também prevê o intercâmbio de técnicos e acordos comerciais a curto e longo prazos, com início previsto para 2006. Hoje, o potencial anual destes países europeus é de 30 milhões de toneladas de soja não-transgênica. A missão européia está interessada em desenvolver um trabalho de conscientização para a produção de soja convencional junto aos pequenos produtores, inclusive aqueles pertencentes à agricultura familiar. A observação in loco aconteceu no município de Rio Verde, a 220 quilômetros da Capital, onde também conversaram com os presidentes da Cooperativa Comigo e da indústria Caramuru. Um dos objetivos da sondagem de perto das pequenas plantações goianas é conhecer como os trabalhadores goianos plantam, de onde vêm as sementes, como é feita a colheita e se eles têm interesse em plantar não transgênicos. A meta é garantir o recebimento de uma mercadoria totalmente pura, livre de alterações genéticas. A China é o maior consumidor da soja brasileira, seja ela transgênica ou não. Já a Europa, que ocupa o segundo lugar, consome o grão e o farelo de soja não modificada. O próximo passo da delegação será a realização de acordos comerciais e a organização de cadeias de produção entre Goiás e a Europa, com o objetivo de diminuir os intermerdiários das transações. (Fuente: Diário da Manhã, 22 de octubre, Brasil). BUNGE MUDARIA FABRICAS DE BRASIL A ARGENTINA A Bunge Brasil estuda fechar duas esmagadoras de soja e transferir parte da produção para a Argentina. "Os gargalos logísticos, a elevada carga tributária e o desequilíbrio cambial estão espremendo nossas margens de lucratividade. Fica mais barato produzir do outro lado da fronteira", diz Adalgiso Telles, diretor de comunicação corporativa e marketing institucional da empresa, que no ano passado faturou R$ 23 bilhões. Telles explica que a decisão final deve ser tomada em março, mas a empresa vem amadurecendo a idéia desde meados deste ano. "Com o dólar nos níveis atuais, perdemos competitividade na venda da soja. Por causa disso, antecipamos em um mês a manutenção de nossas fábricas. Elas já estão fechadas e só reabrem no início do próximo ano", informa. A companhia é dona de 12 esmagadoras de soja espalhadas por nove estados brasileiros. Ao lado de gigantes como a Companhia Vale do Rio Doce e a Embraer, a Bunge é uma das maiores exportadoras do Brasil. "Um câmbio próximo de R$ 2,20 é impraticável para empresas como a nossa, que dependem do mercado internacional", diz. Desde o início do ano, o real acumula valorização de 17,75% em relação ao dólar americano. (Fuente: Gazeta Mercantil, 1º de noviembre, Brasil). AVANCE LEGISLATIVO SOBRE OGM EN PARANA O Paraná, agora, tem uma lei estadual que obriga a rotulagem dos alimentos geneticamente modificados (OGM), destinados ao consumo humano ou animal, ou que possuam algum ingrediente transgênico na sua composição. A lei de nº 14.861/2005 foi sancionada pelo governador Roberto Requião no dia 26 de outubro e publicada em Diário Oficial no dia 27, ela tem origem em Projeto de Lei (194/05) de autoria da deputada estadual Luciana Rafagnin (PT). O governo do Estado tem 90 dias para regulamentar a rotulagem, definindo competências para os organismos estaduais na fiscalização dos novos procedimentos. As empresas do ramo e supermercados têm também esse prazo para estarem se adaptando e se ajustando às novas regras. A rotulagem é objeto de um decreto do governo federal, mas a autora do projeto acredita que o fato de se ter uma lei própria no Estado do Paraná ajuda a agilizar o seu funcionamento, bem como definir atribuições e responsabilidades que aproximam o conteúdo da legislação de sua aplicação prática. Como funciona a rotulagem Alimentos destinados ao consumo humano e animal que sejam modificados geneticamente ou que contenham ingredientes transgênicos na sua composição deverão obrigatoriamente apresentar, no seu rótulo, a identificação de transgenia, ou seja, um símbolo formado por um triângulo amarelo com a letra "T" no seu interior, além da indicação do nome do produto ou do ingrediente transgênico. Fica, também, proibida a venda de produtos sobre os quais recaia a denúncia fundamentada de que possui OGM e que não trazem no rótulo a devida identificação. As penas para aqueles que desobedecerem à lei estadual da rotulagem vão da advertência, pagamento de multa (entre 100 a 2.000 UFIRs) e apreensão do produto, até a suspensão da atividade e o cancelamento da autorização para funcionamento do empreendimento responsável em âmbito estadual. (Fuente: Agrolink, 4 de noviembre, Brasil). BALANCES Y PERSPECTIVAS DE LA SOJA EN ARGENTINA En Argentina se redujo en un 6% la superficie destinada a producir la oleaginosa, respecto del ciclo anterior. Las distintas variedades utilizadas tuvieron adaptabilidad a los rigores climáticos existentes en la región. Por eso, los técnicos recomendaron generar estrategias de manejo que permitan preservar la sustentabilidad del sistema. "Hay que lograr una producción sostenible y con el menor impacto ambiental". "El cultivo de la soja en el Noroeste Argentino, campaña 2004/2005" fue el nombre elegido por la Estación Experimental Agroindustrial Obispo Colombres (EEAOC) de Tucumán para presentar su reciente publicación. El doctor Daniel Ploper, director técnico de la EEAOC, sostuvo que los sistemas de producción de soja en el Noroeste Argentino (NOA), al igual que en el resto del país, experimentaron cambios sustanciales en los últimos 20 años. Asimismo, concluyó que estas profundas transformaciones han abarcado prácticamente a todos los aspectos del cultivo, incluidos los referidos a sistemas de labranza, grupos de madurez, variedades, distancia entre hileras, nutrición, riego y sistemas de cosecha, entre otros. Estos cambios han posibilitado que en nuestra región hoy se pueda cultivar soja en muchos más ambientes y con rendimientos potencialmente mayores. (Fuente: La Gaceta, 3 de noviembre, Tucumán, Argentina). - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - PLATAFORMA SOJA - es un boletín electrónico sobre el cultivo de soja en América del Sur, sus impactos sociales, económicos y ambientales, y las iniciativas ciudadanas que buscan estrategias ciudadanas para el control social del agronegocio. El boletín presenta informaciones y reportes cuyos contenidos no necesariamente son compartidos o auspiciados por los editores. El boletín es gratuito, se publica a intervalos aproximadamente quincenales, incluye informaciones en castellano y portugués, y se distribuye por correo-e. Para subscribirse debe enviar un mensaje en blanco a: plataformasoja-subscribe@gruposyahoo.com.ar Estamos interesados en recibir sus informaciones y opiniones; escribanos a: sojaclaes@gmail.com La página web de la iniciativa es: www.soja.monocultivos.com Publicado por CLAES (Centro Latino Americano de Ecología Social) en coordinación con CEBRAC (Centro Brasileiro de Referencia e Apoio Cultural). Editores: Martín Pardo y Eduardo Gudynas (CLAES), Mauricio Galinkin (Cebrac). CLAES - www.agropecuaria.org CEBRAC - www.cebrac.org.br - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -